Com infomações do A Notícia
O juiz eleitoral Evandro Cangussu Melo unificou os dois processos que pedem a cassação do mandato do prefeito Gustavo Prandini (PV). O pedido de unificação foi feito via ofício pelo juiz no dia 14 de setembro, conforme consta na movimentação processual disponível no site do TRE.
Uma das ações é movida pelo Ministério Público (MP) e a outra pela coligação Monlevade Ainda Melhor, do médico Railton Franklin Silva (PDT). A união das duas ações era desejo da defesa do prefeito, mas na época o processo do MP estava suspenso por liminar, o que automaticamente valeria para a outra ação.
Agora que a liminar caiu, o juiz achou por bem juntar os dois casos, já que são muito parecidos e solicitam a mesma condenação. Esse é o motivo pelo qual ainda não foi dada sentença na ação da coligação de Railton, já em vias de ser decidida.
Prandini teve as contas de campanha reprovadas porque declarou ter recebido, como doação no valor de R$20 mil, permissão para utilização dos estúdios da Rádio Alternativa para gravar programas eleitorais, o que é proibido, já que a rádio é uma permissionária pública. O candidato também teria recebido doação de dinheiro maior que 10% da renda declarada pelo casal Laércio Ribeiro e Rosângela Guimarães.
O juiz eleitoral Evandro Cangussu Melo unificou os dois processos que pedem a cassação do mandato do prefeito Gustavo Prandini (PV). O pedido de unificação foi feito via ofício pelo juiz no dia 14 de setembro, conforme consta na movimentação processual disponível no site do TRE.
Uma das ações é movida pelo Ministério Público (MP) e a outra pela coligação Monlevade Ainda Melhor, do médico Railton Franklin Silva (PDT). A união das duas ações era desejo da defesa do prefeito, mas na época o processo do MP estava suspenso por liminar, o que automaticamente valeria para a outra ação.
Agora que a liminar caiu, o juiz achou por bem juntar os dois casos, já que são muito parecidos e solicitam a mesma condenação. Esse é o motivo pelo qual ainda não foi dada sentença na ação da coligação de Railton, já em vias de ser decidida.
Prandini teve as contas de campanha reprovadas porque declarou ter recebido, como doação no valor de R$20 mil, permissão para utilização dos estúdios da Rádio Alternativa para gravar programas eleitorais, o que é proibido, já que a rádio é uma permissionária pública. O candidato também teria recebido doação de dinheiro maior que 10% da renda declarada pelo casal Laércio Ribeiro e Rosângela Guimarães.
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